Nesta edição, nós discutimos as diferenças entre as duas adaptações para o cinema de “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled, Estados Unidos), livro de Thomas Cullinan: a primeira, de 1971, dirigida por Don Siegel, com Clint Eastwood, Geraldine Page e Elizabeth Hartman no elenco; e a mais recente, de 2017, dirigida por Sofia Coppola, com Nicole Kidman, Kirsten Dunst, Elle Fanning e Colin Farrell.

Nossos comentários sobre os dois filmes contém spoilers!

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O cinematório café é um podcast produzido e apresentado por Renato Silveira Raquel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de temas relacionados ao cinema e às suas áreas correlatas, sempre em um clima de descontração, mas buscando, acima de tudo, reflexões sobre imagens que estão presentes no nosso dia a dia.

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Hyperlinks deste episódio:

— Nossas playlists no Spotify, inspiradas nos filmes de Sofia Coppola: a primeira com músicas de “As Virgens Suicidas”, Encontros e Desencontros” e “Maria Antonieta”; a segunda com músicas de “Um Lugar Qualquer”, “Bling Ring: A Gangue de Hollywood” e “O Estranho que Nós Amamos”.

Sobre Hilda Hilst (abertura do podcast):

— Sobre “O Estranho que Nós Amamos” (2017):

  • Sofia Coppola comenta a cena do jantar (Vanity Fair, sem legendas):

  • Vídeo-ensaio sobre características do estilo de direção de Sofia Coppola:

  • Vídeo-ensaio sobre o uso de cores nos filmes de Sofia Coppola:

  • Bastidores da sessão de gala no Festival de Cannes:

  • Entrevista coletiva no Festival de Cannes (sem legendas):

  • Sofia Coppola fala sobre o filme em evento da Academia (sem legendas):

  • Entrevista com Sofia Coppola e Kirsten Dunst (sem legendas):

— Sobre “O Estranho que Nós Amamos” (1971):

  • Trailer original:

  • Comentários de John Landis sobre o filme (Trailers From Hell, sem legendas):


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