"A Portuguesa" (2019), de de Rita Azevedo Gomes - Divulgação
"A Portuguesa" (2019), de de Rita Azevedo Gomes - Divulgação

CCBB exibe destaques do cinema português da última década

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) propõe um olhar de conjunto sobre a produção do cinema português na última década, que vem obtendo enorme êxito internacional. Com curadoria de Pedro Henrique Ferreira, a mostra “De Portugal para o mundo” traz ao público brasileiro uma seleção de 28 filmes, entre longas e curtas-metragens, dos mais aclamados cineastas lusitanos contemporâneos.

A mostra começa no dia 3 de fevereiro, no CCBB Rio de Janeiro, com o premiado “Vitalina Varela”, de Pedro Costa, inédito no circuito comercial do Brasil. Os filmes podem ser vistos até 1º de março, com entrada franca. Depois, a retrospectiva segue para São Paulo (em abril) e Brasília (maio).

“De Portugal para o mundo” apresenta filmes de cineastas de projeção internacional. A curadoria concentrou-se principalmente nas produções que obtiveram premiações e sucesso no exterior. É uma oportunidade de assistir a filmes emblemáticos, como “A Portuguesa” (2019), de Rita Azevedo Gomes, “Tabu” (2012), de Miguel Gomes, “O Estranho Caso de Angélica” (2010), de Manoel de Oliveira, entre outros.

Segurança

O CCBB Rio está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on-line, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool em gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No cinema, a capacidade foi reduzida para um terço da lotação, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de dois metros entre as poltronas. A bilheteria presencial está proibida: todos os ingressos serão disponibilizados no site eventim.com.br.

Arte e história

A mostra propõe também uma discussão em torno do cinema português, como a visão das ex-colônias pelos filmes ou a herança do salazarismo. Para isso, haverá debates temáticos, unindo pesquisadores brasileiros e portugueses, e bate-papos com diretores. Serão eventos via videoconferência, online, abertos e gratuitos.

“A ideia é entender os elementos que possibilitaram a emergência de um período tão exitoso no cinema português, num diálogo com a experiência cultural e cinematográfica brasileira hoje”, diz Pedro Ferreira. O projeto conta, ainda, com a confecção de um catálogo com textos inéditos, reproduções e entrevistas, assinados por pesquisadores, críticos de cinema, técnicos e produtores portugueses e brasileiros.

Programação

3 de fevereiro – Quarta-feira

15h30 – Curtas 1

Nyo Vweta Nafta, de Ico Costa, 2017, 22 minutos, Cor, 16 anos

Farpões, baldios, de Marta Mateus, 2017, 25 minutos, Cor, 12 anos

Balada de um batráquio, de Leonor Teles, 2016, 12 minutos, Cor, 12 anos

17h30 – Pré-estreia: Vitalina Varela, de Pedro Costa, 2019, Cor, 124 minutos, 12 anos

 

4 de fevereiro – Quinta-feira

15h30 – Curtas 2

O corcunda, de Gabriel Abrantes e Ben Rivers, 2016, 29 minutos, Cor, 14 anos

Ascensão, de Pedro Peralta, 2016, 17 minutos, Cor, 16 anos

Redenção, de Miguel Gomes, 2013, 26 minutos, Cor e P&B, Livre

17h30 – Ramiro, de Manuel Mozos, 2017, Cor, 104 minutos, 14 anos

 

5 de fevereiro – Sexta-feira

14h30 – Colo, de Teresa Villaverde, 2017, Cor, 136 minutos, 14 anos

17h30 – O estranho caso de Angélica, de Manoel de Oliveira, 2010, Cor, 97 minutos, 12 anos

 

6 de fevereiro – Sábado

15h – Fantasia lusitana, de João Canijo, 2010, P&B e Cor, 66 minutos, 14 anos

17h – A portuguesa, de Rita Azevedo Gomes, 2019, Cor, 136 minutos, 12 anos

 

7 de fevereiro – Domingo

14h – O ornitólogo, de João Pedro Rodrigues, 2016, Cor, 118 minutos, 14 anos

17h – E agora? Lembra-me, de Joaquim Pinto, 2013, Cor, 164 minutos, 16 anos

 

8 de fevereiro – Segunda-feira

16h – Fordlandia Malaise, de Susana de Sousa Dias, 2019, 40 minutos, P&B, 10 anos

17h30 – Cartas da guerra, de Ivo M. Ferreira, 2010, P&B, 105 minutos, 14 anos

 

10 de fevereiro – Quarta-feira

15h30 – Understory, de Margarida Cardoso, 2019, Cor, 81 minutos, 12 anos

17h30 – Curtas 3

Como Fernando Pessoa salvou Portugal, de Eugene Green, 2018, 26 minutos, Cor, 14 anos

O velho do restelho, de Manoel de Oliveira, 2014, 19 minutos, Cor, 10 anos

O mar enrola na areia, de Catarina Mourão, 2019, 15 minutos, P&B, Livre

 

11 de fevereiro – Quinta-feira

15h – Volta à terra, de João Pedro Plácido, 2014, Cor, 78 minutos, 16 anos

17h – É na terra, não é na lua, de Gonçalo Tocha, 2011, Cor, 180 minutos, Livre

19h – Debate online – “Portugal e as colônias” – pelo aplicativo Zoom, Livre.

 

12 de fevereiro – Sexta-feira

14h – Bate-papo online com o diretor Gonçalo Tocha, de É na terra, não é na lua, pelo aplicativo Zoom, Livre.

15h – A vida invisível, de Vítor Gonçalves, 2013, Cor, 73 minutos, 12 anos

17h30 – Tabu, de Miguel Gomes, 2013, P&B, 118 minutos, 12 anos

 

13 de fevereiro – Sábado

14h – John From, de João Nicolau, 2015, Cor, 100 minutos, Livre

17h – A fábrica de nada, de Pedro Pinho, 2017, Cor, 177 minutos, 14 anos

 

14 de fevereiro – Domingo

14h – A árvore, de André Gil Mata, 2018, P&B e Cor, 104 minutos, 12 anos

17h – Eldorado XXI, de Salomé Lamas, 2016, Cor, 125 minutos, 12 anos

 

17 de fevereiro – Quarta-feira

15h – Understory, de Margarida Cardoso, 2019, Cor, 81 minutos, 12 anos

17h30 – Fordlandia Malaise, de Susana de Sousa Dias, 2019, 40 minutos, P&B, 10 anos

 

18 de fevereiro – Quinta-feira

14h – Bate-papo online com a diretora Susana de Sousa Dias, de Fordlandia Malaise, pelo aplicativo Zoom, Livre.

15h – Cartas da guerra, de Ivo M. Ferreira, 2010, P&B, 105 minutos, 14 anos

 

19 de fevereiro – Sexta-feira

15h – Curtas 1

Nyo Vweta Nafta, de Ico Costa, 2017, 22 minutos, Cor, 16 anos

Farpões, baldios, de Marta Mateus, 2017, 25 minutos, Cor, 12 anos

Balada de um batráquio, de Leonor Teles, 2016, 12 minutos, Cor, 12 anos

17h – O ornitólogo, de João Pedro Rodrigues, 2016, Cor, 118 minutos, 14 anos

 

20 de fevereiro – Sábado

14h – Tabu, de Miguel Gomes, 2013, P&B, 118 minutos, 12 anos

17h – Vitalina Varela, de Pedro Costa, 2019, Cor, 124 minutos, 12 anos

 

21 de fevereiro – Domingo

15h – Curtas 3

Como Fernando Pessoa salvou Portugal, de Eugene Green, 2018, 26 minutos, Cor, 14 anos

O velho do restelho, de Manoel de Oliveira, 2014, 19 minutos, Cor, 10 anos

O mar enrola na areia, de Catarina Mourão, 2019, 15 minutos, P&B, Livre

17h – A portuguesa, de Rita Azevedo Gomes, 2019, Cor, 136 minutos, 12 anos

 

22 de fevereiro – Segunda-feira

15h – Fantasia lusitana, de João Canijo, 2010, P&B e Cor, 66 minutos, 14 anos

17h30 – Volta à terra, de João Pedro Plácido, 2014, Cor, 78 minutos, 16 anos

 

24 de fevereiro – Quarta-feira

15h – Curtas 2

O corcunda, de Gabriel Abrantes e Ben Rivers, 2016, 29 minutos, Cor, 14 anos

Ascensão, de Pedro Peralta, 2016, 17 minutos, Cor, 16 anos

Redenção, de Miguel Gomes, 2013, 26 minutos, Cor e P&B, Livre

17h – A árvore, de André Gil Mata, 2018, P&B e Cor, 104 minutos, 12 anos (sessão com audiodescrição e legenda descritiva)

 

25 de fevereiro – Quinta-feira

15h – É na terra, não é na lua, de Gonçalo Tocha, 2011, Cor, 180 minutos, Livre

19h – Debate online – “Onde está o Mundo? Ou das estratégias de aproximação” – pelo aplicativo Zoom, Livre.

 

26 de fevereiro – Sexta-feira

14h – A vida invisível, de Vítor Gonçalves, 2013, Cor, 73 minutos, 12 anos

17h – E agora? Lembra-me, de Joaquim Pinto, 2013, Cor, 164 minutos, 16 anos

 

27 de fevereiro – Sábado

14h30 – Eldorado XXI, de Salomé Lamas, 2016, Cor, 125 minutos, 12 anos

17h30 – John From, de João Nicolau, 2015, Cor, 100 minutos, Livre

 

28 de fevereiro – Domingo

15h – Ramiro, de Manuel Mozos, 2017, Cor, 104 minutos, 14 anos

17h30 – O estranho caso de Angélica, de Manoel de Oliveira, 2010, Cor, 97 minutos, 12 anos

 

1º de março – Segunda-feira

14h – A fábrica de nada, de Pedro Pinho, 2017, Cor, 177 minutos, 14 anos

17h30 – Colo, de Teresa Villaverde, 2017, Cor, 136 minutos, 14 anos

 

Com informações das assessorias de imprensa do CCBB.

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