“Setembro 5”: Quem sabe faz ao vivo
Graças ao trabalho dos atores, ajudados pelo ótimo roteiro e calibrados pela boa direção, bastidores do atentado terrorista que marcou os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, parecem muito reais.
Crítico de cinema desde 2004, filiado à Abraccine e à Fipresci. Jornalista e mestre em Cinema pela Universidade da Beira Interior, em Portugal, onde atualmente cursa o doutorado em Media Artes com pesquisa sobre cinema queer contemporâneo, financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). É votante internacional do Globo de Ouro e já integrou o júri da crítica em festivais dentro e fora do país.
