Com entrada gratuita, a programação internacional do festival também exibe clássicos restaurados, realiza debates e presta homenagens a Frantz Fanon e Souleymane Cissé.
Com participação expressiva no prestigiado festival francês, a Associação de Profissionais do Audiovisual Negro apresentou projetos, participou de painéis e lançou a campanha “Cinema Negro é Cinema Brasileiro”.
Dez novas produções entram na coletânea, voltada a cineastas negros e negras, que ganham cada vez mais destaque no audiovisual nacional. São oito curtas-metragens e dois longas-metragens.
Diretor Luciano Vidigal destaca a importância de um filme produzido e protagonizado por pessoas negras da periferia, ressaltando a busca por uma maior representatividade no audiovisual brasileiro.
A mais importante rebelião urbana de escravizados do Brasil ficou conhecida como a Revolta dos Malês. Na noite de sábado (25), 190 anos após o episódio, sua história foi apresentada ao público da Mostra de Cinema de Tiradentes.
Evento acontece de 20 a 27 de março de 2024, em 14 unidades na capital e interior do Estado com ingressos gratuitos e a R$ 10,00. Abertura será com exibição do documentário “Othelo, O Grande”, de Lucas H. Rossi dos Santos.
A Mostra de Cinemas Africanos chega a mais uma edição, desta vez com programação em São Paulo e Salvador. Este ano, o festival reúne 13 longas e 16 curtas de 12 países, com destaque para o cinema do Senegal e vários títulos inéditos no Brasil.
Com intensa programação, as mostras Cinema e Narrativas da Diáspora Negra e Mulheres Negras e o Cinema conversam entre si e apresentam ao público filmes nacionais e internacionais, masterclasses, debates e oficinas.
A segunda edição da OJU - Roda Sesc de Cinemas Negros acontece até 16 de abril, apresentando ao público uma seleção de filmes realizados por cineastas negras e negros.