Há, inegavelmente, nas imagens de "Sopro", uma reflexão do diretor Marcos Pimentel, mas também um chamado para que o público reflita junto, que se deixe levar, em silêncio, por cada cena.
A sensação de assistir a mais este trabalho do diretor Rodrigo Aragão é a de um delírio: tudo aquilo é grotesco, nojento, repulsivo, você quer sair dali, mas, no fim, achou tudo muito divertido.