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podcast cinematório #3

Na terceira edição do nosso podcast, eu, Renato Silveira, e Guilherme Tomasi comentamos as polêmicas levantadas pelo trailer de “Bastardos Inglórios” e, também, o boato de que os irmãos Wachowski podem dirigir o próximo filme do Superman. Ainda na pauta: a explosão de Christian Bale no set do novo “Exterminador do Futuro”; o projeto em que Tom Cruise deve trabalhar com David Cronenberg; e o que podemos esperar de “Comandos em Ação”.

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Por gentileza, dê um feedback nos comentários abaixo e, claro, sinta-se mais do que a vontade para trocar idéias sobre os assuntos discutidos neste podcast.

podcast cinematório #5

A morte das franquias originais

De agora em diante, o podcast passa a ser temático. Nesta edição, eu e Guilherme Tomasi discutimos o fim da era de ouro dos blockbusters: por que hoje não temos um novo “De Volta Para o Futuro”, ou um novo “Star Wars”, ou um novo “Indiana Jones”? Após a trilogia “Matrix”, a grande maioria das novas franquias de cinema passaram a ser adaptações de quadrinhos, livros, séries de TV… O que aconteceu? Há esperança de que a originalidade volte a predominar em Hollywood?

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Opine você também sobre o fim das franquias originais. E se você tiver sugestão de um tema para o próximo podcast, sinta-se a vontade para deixar um comentário. Suas idéias serão muito bem-vindas.

Trilha sonora desta edição:
A-ha – “You Are the One” / Hall And Oates – “Maneater” / Glenn Frey – “The Heat Is On” (tema de “Um Tira da Pesada”) / Rick James – “Superfreak” / Cindy Lauper – “Good Enough” (tema de “Os Goonies”) / Ray Parker Jr. – “Ghostbusters”

Blablablá: Twitter, "Star Trek", podcast, enquete

1. Estou pensando em colocar um Twitter no cinematório. Mas, honestamente, não entendi bem ainda qual a praticidade desse troço. Pensei em colocar mais por uma questão de “necessidade”, já que virou mania em tudo quanto é canto da web, do que por vontade mesmo. Estou brincando com ele para ver se pego o jeito e tomo gosto. Mas e vocês, o que acham? Vale a pena? Que uso vocês fariam? E se vocês possuem um Twitter, porque gostam ou desgostam?

2. No próximo fim de semana, vou começar uma maratona “Star Trek”. Conheço os personagens, algo da mitologia da franquia, mas talvez vocês não acreditem se eu disser que não me lembro de ter visto um filme inteiro. Na infância eu devo ter assistido, mas só algumas partes ainda estão vivas na memória. Resultado: decidi ver os dez filmes em sequência para me preparar para a nova versão dirigida por J.J. Abrams (que, pelo trailer, parece ter mudado radicalmente o estilo da franquia – me pareceu bem mais próximo de “Star Wars”, o que não sei se vai agradar aos fãs, já que existe uma “richa” entre os aficcionados pelas duas sagas). Quero ver pelo menos a série original também, mas acho que não vai dar tempo até o lançamento do novo filme, em 8 de maio.

3. Sobre o podcast, pessoal, decidimos duas coisas: dar um tempo e propor um novo formato. Pelos comentários, deu para ver que, embora o programa tenha fãs (que bom!), a maioria que se manifestou disse que não ouve porque prefer ler, ou não ouve por preguiça, ou por outros motivos. Acontece que eu gosto de debate, então já adianto que a próxima edição (ainda sem data) será concentrada nisso. E para dinamizar as coisas, penso em convidar vocês, leitores, a conversarem conosco. O que acham? Basta ter uma conta no Skype e meia hora livre num fim de semana para bater papo sobre cinema, que o resto a gente faz. Quem se habilitar, pode deixar recado aí nos comentários, que começaremos a agendar.

4. Adorei “Presságio”, dei risadas (mas não muitas) com “Monstros vs. Alienígenas” (em 2D e 3D), NÃO achei “Divã” uma porcaria e “Tony Manero” me deixou boquiaberto em alguns momentos. Sim, críticas a caminho.

5. Para terminar esta leva de notas, uma enquete:

podcast cinematório #4

Em pauta nesta edição: uma discussão dedicada a “Watchmen” – quadrinhos e filme; o que podemos esperar de “Public Enemies”, novo filme de Michael Mann; expectativas em torno de “The Tree of Life”, novo trabalho de Terrence Malick; a possível virada na carreira de Kevin Smith, dirigindo pela 1ª vez um filme que não escreveu; e o que nos diz o mais recente trailer de “O Exterminador do Futuro: A Salvação”.

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Sinta-se a vontade para trocar idéias sobre os assuntos desta edição e dar sugestões ao nosso podcast nos comentários abaixo.

podcast cinematório #2

Nesta segunda edição do nosso podcast, comentários sobre o novo filme de Quentin Tarantino, que agora tem título em português e data de estréia no Brasil; o prêmio que a Pixar irá receber no Festival de Veneza este ano; e considerações sobre duas novas produções nacionais, uma dirigida por Jorge Durán (“Proibido Proibir”) e a outra pelo ator Marco Ricca (“O Invasor”, “A Via Láctea”), que estréia na direção.

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Mais uma vez, peço que, por gentileza, deixem sugestões, críticas e elogios, se houver algum, nos comentários.

Podcast

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Filmes

podcast cinematório #1

Caríssimos, novidade no ar. Just push play.

Deixem sugestões, críticas e elogios, se houver algum, nos comentários, por gentileza. Obrigado!

Blablablá: "Velozes e Furiosos", audiência, crise?

1. “Velozes e Furiosos 4” foi campeão de bilheteria nos EUA (provavelmente no Brasil também), com mais de 70 milhões de doletas em três dias. E aqui no site a coisa não foi diferente: minha crítica fictícia de 1º de abril rendeu mais de 2 mil visualizações só entre quinta e sexta. Segundo as estatísticas de acesso, a grande parte dessas visualizações partiu do Google – ou seja, não foi algum outro site maior que apontou para o post e gerou esse boom de acessos, não. As pessoas chegaram até o texto porque procuraram mesmo pelo filme. Enquanto isso, a crítica de “3 Macacos” rendeu 19 visualizações nos mesmos dois dias. “Gran Torino” está sem um comentário sequer. E por aí vai…

2. Constatar esses números me leva a raciocinar sobre o rumo das coisas por aqui. Afinal, não é um fenômeno isolado. Não acho que seja coincidência o fato de nosso podcast mais comentado e acessado ter sido aquele em que falamos sobre o ataque de raiva de Christian Bale. Também não deve ser coincidência o texto sobre o Oscar 2009 ter sido um dos mais polêmicos. Ou a crítica de “O Homem que Desafiou o Diabo” ter ficado quase um ano como a mais acessada de nosso banco de dados. O que fazer diante disso? Partir em busca de mais acessos, selecionando assuntos mais populares? Ou manter a linha e me contentar com esses fenômenos esporádicos de audiência? Foda-se. Eu não vou me prostituir. Se eu tiver que falar de “Velozes e Furiosos”, vai ser nesse estilo do 1º de abril (calma, críticas de mentirinha não vão virar uma série!). Por exemplo, verei “Dragonball” amanhã. Dublado. Tomara que não seja uma bomba, até porque gosto do James Wong, mas os trailers deixam a expectativa lá embaixo. De qualquer forma, vou escrever sobre o filme. Só não esperem babação de ovo ou esculachos gratuitos. Mas tendo em vista a popularidade do desenho animado, creio que o Google vai ajudar a acelerar nossos acessos mais uma vez.

3. Por outro lado, a crítica de “Entre os Muros da Escola” foi a mais acessada do mês de março (e rendeu links em vários blogs como recomendação – obrigado a todos!). Tudo bem que a maioria foi de pessoas que estavam atrás de informações para trabalhos escolares/universitários (ver comentários do post sobre o filme). Mas é mais recompensador ver esses números, do que saber que uma piada de 1º de abril rendeu quatro, cinco vezes mais acessos.

4. Sobre o podcast, talvez ele seja cancelado. Talvez. A audiência tem ficado abaixo do esperado e como é algo que dá trabalho fazer (não gravar, mas editar, selecionar trilha, pagar o servidor…) talvez seja melhor encerrar. A não ser que haja uma manifestação significativa dos leitores/ouvintes pela manutenção do podcast. Os comentários estão abertos aí para isso. Não é que eu não goste de fazer: pelo contrário, é algo que me deixou muito animado quando comecei a bolar. Mas não vou ser cego quanto a aceitação do público. Talvez devêssemos fazer um programa de humor (e falar de “Velozes e Furiosos”, claro!)? Ou talvez seja melhor baixar a bola mesmo.

5. Sim, estou falando abertamente com vocês sobre o cinematório. Creio que é a primeira vez. Bom, não tenho nada a esconder e sempre fui a favor do diálogo com o leitor. Não vou ficar aqui escrevendo, gravando, filmando ou o que quer que seja só para eu mesmo ler, ouvir, ver. O site tem um público, isso é fato. Não é um grande público, mas é o suficiente para me manter estimulado a continuar. Aos trancos e barrancos, mas em frente.

Cinema brasileiro: populismo é solução para bilheteria?

Na esteira do recorde absoluto de público de “Se Eu Fosse Você 2”, chegou às sala mais um filme brasileiro de apelo popular. Também ecoando a grandiosa recepção que “2 Filhos de Francisco” teve há três anos, “Menino da Porteira” almeja justamente essa imponente parcela do público, que na maioria das vezes prefere pagar para ver cinema internacional. Até seu segundo fim de semana, o longa já havia acumulado 300 mil espectadores – bem longe ainda dos mais de 5 milhões de ingressos vendidos pelo filme de Daniel Filho. Mas será que a aposta num “populismo cinematográfico” é mesmo a saída para espantar qualquer crise de bilheteria em nosso cinema?

Apesar de ter o cantor Daniel no elenco, “Menino da Porteira” está mais para um filme médio, assim como o recente “Verônica”, que se aventura no terreno do gênero policial com direção de Maurício Farias. Não é um filme popular como “Se Eu Fosse Você 2”, porque pode-se perceber ali uma preocupação estética, ainda que em estado bruto. Também não é um filme estritamente autoral.

Abaixo, vocês podem ouvir um trecho do programa Viamundo, revista cultural apresentada na FM da Rádio Inconfidência, em Belo Horizonte. Eu gravei um comentário que foi ao ar no último dia 11, no qual discuto justamente essa questão do cinema popular feito no Brasil como solução para a bilheteria das produções nacionais. Aproveitem a chance para conhecer o programa, que é brilhantemente apresentado e editado por Daniella Zupo. Acessem também o blog do Viamundo.

Ah, sim: meu comentário começa logo após a notícia sobre a biografia do Roberto Carlos.

PODCAST

Aproveitando o gancho, o podcast cinematório não será apresentado novamente neste fim de semana. Mas não fiquem chateados: estamos discutindo uma nova estrutura que vai possibilitar que o podcast vá ao ar mais redondo e com uma frequência mais satisfatória. Pedimos desculpas por não termos avisado antes.

Blablablá: filmes twittados, vídeos, preconceito musical e Simonal

1. Nosso Twitter tem sido atualizado constantemente e hoje ultrapassamos a marca de 100 seguidores. Ê! Viva pra gente! E obrigado a todos, claro. Separei abaixo uma amostra do que andamos escrevendo por lá: são comentários em 140 toques sobre os últimos filmes a que assisti. Se você não tem conta no Twitter, dá para nos acompanhar também através deste link.

– ANJOS E DEMÔNIOS: Basicamente, é um filme de desarmar bomba. E é a melhor desculpa para uso de coro gregoriano em trilha de suspense. 4/10

– COLAPSO NO ÁRTICO (THE LAST WINTER): Terror psicológico que mistura FIM DOS TEMPOS com O NEVOEIRO. E ainda tem algo de THE THING. Foda. 8/10

– O INVISÍVEL: É o melhor filme que o David Goyer conseguiu dirigir até hoje (o que não é grande coisa). Original melhor, mas nem tanto. 6/10

– SONHANDO ACORDADO (THE GOOD NIGHT): Mistura estranha das sensibilidades de Woody Allen e Michel Gondry, mas em meia dose cada um. 6/10

– JUSTIÇA A QUALQUER PREÇO (THE FLOCK): Segue fórmula de filme de serial killer, bem convencional. Só não entendi as cores saturadas. 5/10

– Ah, e THE FLOCK é do Andrew Lau, que dirigiu INFERNAL AFFAIRS. What the fuck!?

– SONHANDO ALTO (THE ASTRONAUT FARMER): Soa como drama familiar da Disney, com mensagem otimista, história de superação etc. Simpático. 6/10

– TENACIOUS D – UMA DUPLA INFERNAL: Bobagem divertida com Jack Black. A parte musical é ótima. O humor de latrina é que estraga. 5/10

– SPECIAL: Um dos filmes de super-herói mais inteligentes que já vi. E se Homem-Aranha for só um cara sob efeito de remédio tarja preta? 8/10

– SOUTHLAND TALES: Ideias visuais geniais tentam se encontrar num labirinto de temas comentados sem muito critério. Mas impressiona bem. 7/10

– VIVENDO E APRENDENDO (SMART PEOPLE): Indie americano aborrecido sobre gente chata. Leiam a resenha da Mariana. http://tinyurl.com/r7vghu

– ROMAN POLANSKI: WANTED AND DESIRED: Maior mérito desse doc/reportagem é como cenas de filmes e arquivo ilustram a reconstrução do caso. 7/10

2. Estamos planejando cuidadosamente a adição de conteúdo em vídeo aqui no cinematório. O resultado da enquete sobre o interesse de vocês foi bastante positivo – e isso sem dizermos o que é exatamente esse conteúdo. Não, não tem nada a ver com videocast ou programa de TV. Aguardem.

3. Com a elaboração dos vídeos, é claro que o podcast fica em segundo plano. Não descarto voltarmos a ele, mas acho melhor não dar previsão, porque, além de eu poder estar fazendo uma promessa que talvez não possa cumprir (mais incerteza que isso impossível, não?), acabo ficando ansioso e corro o risco de fazer as coisas às pressas. Portanto, ao leitor Caio e a todos que se mostraram a favor da manutenção do podcast, digo que ele não foi para o beleléu. Está na geladeira, digamos.

4. Um amigo da imprensa me disse que, ao entrevistar Helena Solberg, diretora do documentário “Palavra (En)cantada”, a cineasta teria se recusado a responder sobre a omissão do rock em seu filme, que explora a influência da literatura na música brasileira. Como eu mencionei na crítica, “Palavra” privilegia a MPB e seus derivados e ignora por completo artistas como Renato Russo, Raul Seixas, Herbert Vianna e outros que fazem música realmente popular hoje em dia (sem falar nos autores da música brega, como bem lembrou Adilson Marcelino). Para piorar, Helena ainda teria dito que “o tempo do filme era curto” para englobar outros nomes da nossa música. Francamente.

5. Para terminar, já adianto minha recomendação para que assistam ao documentário “Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Eu Dei” – sem dúvidas, a grande estreia do próximo fim de semana. Deixem para ver “Anjos e Demônios” na quarta-feira, quando o ingresso é mais barato e corresponde ao custo/benefício do filme. “Simonal” é a melhor produção nacional lançada em 2009 até o momento.

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