No seu trabalho mais maduro como diretor, Sean Baker constrói o tom delicado e arriscado do filme, combinando a abordagem semidocumental de sua câmera e de sua mise-en-scène com o caráter farsesco da trama.
Reboot do clássico de 1941, o “Lobisomem” de 2025 se aproveita da mitologia do monstro ao mesmo tempo em que traz uma representação diferente. A direção é de Leigh Whannell ("O Homem Invisível").
Protagonizado pelo carismático Isaac Amendoim e baseado no popular personagem dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” se conecta com temáticas ambientais e o sentimento único e transformador de nos fazer lembrar de como é bom ser criança.
Ao invés de simplesmente julgar moralmente sua protagonista, vivida por Nicole Kidman, a diretora e roteirista de "Babygirl", Halina Reijn, mergulha nas nuances da personagem, explorando temas como prazer, casamento, profissionalismo e relações de poder.
Longa do diretor iraniano Mohammad Rasoulof (“Não Há Mal Algum”) olha para um Irã em transformação, com um regime em franca derrocada, e enxerga na juventude, especialmente feminina, a única força capaz de conduzir o país para o futuro.
Exibido na Semana da Crítica, no 77º Festival de Cannes, longa-metragem do diretor mineiro Marcelo Caetano (“Corpo Elétrico”) tem como ideias centrais a importância do grupo, do coletivo e, em última instância, da família.
Dirigida por Robert Eggers, a versão 2024 de "Nosferatu" traz uma atmosfera sombria, com iluminação soturna e um crescente senso de ameaça, além de elenco em ótima forma, mas não inova em relação a seus antecessores.
Com direção de Barry Jenkins, "Mufasa: O Rei Leão" traz história de origem do pai de Simba narrada em flashbacks, com novo vilão e animação aprimorada.
O diretor Kenji Kamiyama utiliza a estética de anime, reconstruindo cenários já conhecidos em “O Senhor dos Anéis” em uma história de vingança e de origem de mitos e lendas do reino de Rohan.
Pensado em um cenário distópico, "O Clube das Mulheres de Negócios" entristece por ser mais real do que parece. Flertando com o horror e a comédia, o novo longa da cineasta Anna Muylaert inverte os papéis que vivenciamos dentro do machismo estrutural.