O longa de estreia da diretora Iris Kaltenbäck é uma obra cheia de potência que embarca na psique de uma mulher solitária para narrar uma história sobre tristeza, mentira e o quão longe nossos sentimentos podem nos levar.
Mesmo tratando da universalidade de crescer, “Sem Coração” tem grandes momentos capazes de deixar claro como essa fase da vida, assim como todas as outras, também consagra privilégios para uns e obstáculos para outros.
Após uma aguardada espera por parte dos fãs fieis que a trilogia arregimentou, a terceira parte finalmente está ao alcance do público. E, embora seja um bom filme, “MaXXXine” acaba fechando o ciclo como a obra menos interessante de Ti West neste universo.
Novos problemas surgem com o passar dos anos, não é mesmo? É com essa premissa que “Divertida Mente 2” chega, com a Pixar mais uma vez tentando animar o inanimado. E mais uma vez, o resultado é exitoso.
O principal problema de “Clube dos Vândalos”, mais recente trabalho do diretor estadunidense Jeff Nichols ("Amor Bandido"), talvez seja como o filme constantemente acene a dois discursos politicamente opostos.
Drama sobre a corrupção desenfreada na força policial de Nova York se prova um clássico tanto pela sensibilidade de Al Pacino em cena quanto pela simplicidade de Sidney Lumet na direção.
Um filme extremamente potente e instigante visualmente, nos dá um contexto de violências e guerras que se repetem ao longo de toda a história do Brasil. Em meio a conflitos na comunidade periférica chamada Grande Sertão, um encontro inesperado entre Riobaldo e Diadorim.
Silvanelly nos palcos, Renato aos olhos da filha. Joana busca recuperar uma relação de afeto com o pai em uma jornada carregada de culpa, perdão e amor.
“Furiosa: Uma Saga Mad Max”, a mais nova incursão de George Miller no universo iniciado por ele em 1979, consegue oferecer uma experiência cinematográfica na qual o desenrolar macronarrativo dos acontecimentos fica em segundo plano. Trata-se de uma proposta, antes de tudo, sensorial.
Dirigido por Sam Taylor-Johnson e estrelado por Marisa Abela, “Back to Black” mostra apenas o lado frágil, romântico incorrigível e sombrio da artista, dando foco excessivo no relacionamento que a inspirou a compor o premiado álbum que dá título ao filme.