Dirigido por Felipe Sholl, “Ruas da Glória” é mais um longa da recente produção brasileira que se esforça para queerizar e importar o thriller erótico para o cinema nacional.
Para além das mensagens bonitas sobre amizade e laços reais, em “Guerreiras do KPop” está a ideia da aceitação plena de quem somos. Fenômeno de público na Netflix e nos cinemas, o filme ganhou o Oscar 2026 de Melhor Animação.
O segundo filme dirigido e estrelado pela premiada atriz Dolores Fonzi (“Paulina”) é uma obra importante social e historicamente para o Direito das Mulheres e para a história da Argentina.
A promessa da Pixar era entregar um filme imprevisível, excêntrico e inovador. Porém, ao longo da 30ª animação do estúdio, fica claro que a tentativa de soar diferente não foi acompanhada por um desenvolvimento de roteiro à altura.
A crescente impotência e a frustração dos personagens de “A Voz de Hind Rajab” é a nossa impotência e frustração, presos nesse microcosmo do inferno, de um genocídio acontecendo diante dos nossos olhos e ouvidos, sem conseguirmos fazer nada para impedi-lo.
Em "Marty Supreme", não há respiro porque o diretor Josh Safdie quer que o/a espectador/a se sinta dentro da mente do protagonista (vivido com excelência por Timothée Chalamet), sem tempo para relaxar.
No thriller erótico “Ato Noturno”, a dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon examina a noção do sucesso como um privilégio hétero, retratando-o como uma espécie de armário de luxo.
Vencedor do Globo de Ouro, "Hamnet" imagina como um evento trágico que dilacerou a família de Shakespeare pode ter vindo a inspirar uma das maiores obras do dramaturgo britânico.
A fricção imperfeita e disfuncional, mas poética, entre arte e vida é o cerne e a matéria-prima do longa do diretor norueguês Joachim Trier (“A Pior Pessoa do Mundo”), vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes de 2025.
Filme dirigido por Yorgos Lanthimos e estrelado por Emma Stone, Jesse Plemons e Aidan Delbis é um remake da comédia sci-fi sul-coreana "Salve o Planeta Verde!", de 2003.