"Capitão América: Admirável Mundo Novo" é um bom primeiro filme para a nova fase da Marvel no cinema e não deixa dúvida da importância e, principalmente, da excelência de Anthony Mackie como protagonista.
“Sing Sing” pode parecer uma novidade disruptiva (e bem-vinda) em termos de Oscar, mas, na verdade, é só mais um exemplar de um cinema contemporâneo que já vem sendo praticado há bastante tempo no resto do mundo.
Vencedor da Palma de Ouro, o filme escrito e dirigido por Sean Baker traz em seu título a personagem da talentosa Mikey Madison, que poderia ser vista como uma bonequinha de luxo moderna, porém sem tanta inocência.
Dirigido pelo estreante Drew Hancock, “Acompanhante Perfeita” se destaca como um longa muito contemporâneo na forma empática a partir da qual trata a personagem feminina, além de se sair muito bem enquanto entretenimento.
Graças ao trabalho dos atores, ajudados pelo ótimo roteiro e calibrados pela boa direção, bastidores do atentado terrorista que marcou os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, parecem muito reais.
Indicado ao Oscar 2025, “A Verdadeira Dor” é um filme que se destaca não pela sua forma, mas pela profundidade do texto bem escrito e pelas atuações marcantes de seu elenco.
Reboot do clássico de 1941, o “Lobisomem” de 2025 se aproveita da mitologia do monstro ao mesmo tempo em que traz uma representação diferente. A direção é de Leigh Whannell ("O Homem Invisível").
Protagonizado pelo carismático Isaac Amendoim e baseado no popular personagem dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” se conecta com temáticas ambientais e o sentimento único e transformador de nos fazer lembrar de como é bom ser criança.
Ao invés de simplesmente julgar moralmente sua protagonista, vivida por Nicole Kidman, a diretora e roteirista de "Babygirl", Halina Reijn, mergulha nas nuances da personagem, explorando temas como prazer, casamento, profissionalismo e relações de poder.