Dirigido por Elia Kazan, “Sindicato de Ladrões” nos leva, de certa forma, também ao submundo da máfia, quase 20 anos antes de Marlon Brando protagonizar o primeiro “O Poderoso Chefão”.
Com sua ficção científica de terror, “Alien: Romulus”, o cineasta uruguaio Fede Álvarez, que tem feito carreira em Hollywood, dá uma aula sobre como se fazer sequências tardias de obras-primas – continuando um filme que faz 45 anos em 2024.
Nesta edição do podcast, nós analisamos três filmes de horror lançados nos cinemas brasileiros recentemente: "MaXXXine", "Entrevista com o Demônio" e "Um Lugar Silencioso: Dia Um".
Após uma aguardada espera por parte dos fãs fieis que a trilogia arregimentou, a terceira parte finalmente está ao alcance do público. E, embora seja um bom filme, “MaXXXine” acaba fechando o ciclo como a obra menos interessante de Ti West neste universo.
O principal problema de “Clube dos Vândalos”, mais recente trabalho do diretor estadunidense Jeff Nichols ("Amor Bandido"), talvez seja como o filme constantemente acene a dois discursos politicamente opostos.
Drama sobre a corrupção desenfreada na força policial de Nova York se prova um clássico tanto pela sensibilidade de Al Pacino em cena quanto pela simplicidade de Sidney Lumet na direção.
“Furiosa: Uma Saga Mad Max”, a mais nova incursão de George Miller no universo iniciado por ele em 1979, consegue oferecer uma experiência cinematográfica na qual o desenrolar macronarrativo dos acontecimentos fica em segundo plano. Trata-se de uma proposta, antes de tudo, sensorial.
Dirigido por Alex Garland ("Ex-Machina") e estrelado por Wagner Moura e Kirsten Dunst, o filme é um thriller distópico que pergunta: o jornalista pode, ou deve, se envolver ativamente nos fatos que narra, ou ao fazer isso ele estaria modificando a realidade e deixando seus interesses interferirem nos acontecimentos?