Selton Mello - Foto: Netflix/Divulgação
Selton Mello - Foto: Netflix/Divulgação

Sete brasileiros são convidados pela Academia para votar no Oscar

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou a lista de profissionais da indústria audiovisual convidados a se tornarem membros da entidade este ano. Caso aceitem, eles poderão votar no Oscar a partir de 2023. Entre os quase 400 nomes selecionados, sete são de brasileiros que trabalham em diferentes funções.

Um dos convidados é o ator e diretor Selton Mello. Mineiro nascido em Passos, ele estrelou por último as séries “Sessão de Terapia” e “O Mecanismo”. Atualmente, ele está filmando “Enterre Seus Mortos”, adaptação do livro de Ana Paula Maia que mistura trama policial, faroeste e horror. A direção é de Marco Dutra (“O Silêncio do Céu”, “Trabalhar Cansa”) e o filme tem previsão de estreia para 2023.

A Academia também convidou o veterano cineasta Bruno Barreto, diretor de clássicos como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e “Gabriela”, além do indicado ao Oscar “O Que é Isso Companheiro”.



Outros dois diretores brasileiros convidados pela Academia para votar no Oscar são Jeferson De, responsável por filmes como “Bróder” e “Doutor Gama”, e Emílio Domingos, dos documentários “A Batalha do Passinho” e “Favela é Moda”, entre outros.

Completando a lista de brasileiros convidados para votar no Oscar estão as produtoras Sara Silveira (de filmes como “As Boas Maneiras”, “Cinema, Aspirinas e Urubus”, “Garotas do ABC”, “A Hora Mágica”, entre outros) e Ilda Santiago (diretora do Festival do Rio) e o editor e designer de som Waldir Xavier (“A Vida Invisível”, “Tatuagem”,  “Madame Satã”, “Central do Brasil”, entre outros).

Vale destacar que metade da lista de convidados da Academia este ano é formada por pessoas que não são norte-americanas. Ao todo, 54 países foram contemplados, sendo que 44% dos convites foram feitos a mulheres e 37%, a pessoas não brancas. É um esforço da Academia para tornar o Oscar mais diverso e inclusivo, após a premiação ter recebido muitas críticas por privilegiar filmes feitos por homens brancos e estadunidenses.

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