Crítico de cinema desde 2004, filiado à Abraccine e à Fipresci. Jornalista e mestre em Cinema pela Universidade da Beira Interior, em Portugal, onde atualmente cursa o doutorado em Media Artes com pesquisa sobre cinema queer contemporâneo, financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). É votante internacional do Globo de Ouro e já integrou o júri da crítica em festivais dentro e fora do país.
O primeiro longa dirigido por Georgia Oakley é um estudo de personagem complexo e realista, que se recusa a ser um mero retrato de homossexuais oprimidos e vitimizados.
Dirigido por Lukas Dhont, “Close” é um filme sobre o momento em que, sem se importar se estamos preparados ou não, a vida nos empurra rumo à vida adulta.
“Mulher Oceano”, estreia na direção de Djin Sganzerla, foi eleito o melhor longa de ficção. Mãe e irmã da atriz e diretora também exibiram filmes no festival.
Festival português dedicado a filmes dirigidos por mulheres destaca documentário sobre traumas causados pela violência sexual e curta que registra emoções advindas do assassinato de Marielle.