Minissérie da Netflix estrelada por Camila Morrone utiliza muito bem o terror como ferramenta emocional e faz uma inversão do desejo de liberdade pelo matrimônio vendido pela sociedade patriarcal.
Cinebiografia de Michael Jackson é um deleite para os fãs do astro, mas interferências externas fizeram realizadores omitirem e/ou suavizarem as passagens mais polêmicas da vida do artista.
Estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, "O Drama" é uma comédia romântica desconstruída que trabalha a ideia de que a gente nunca conhece completamente a pessoa que está ao nosso lado. O longa é escrito e dirigido pelo norueguês Kristoffer Borgli, de filmes como “O Homem dos Sonhos” e “Doente de Mim Mesma”.
Dirigido por Felipe Sholl, “Ruas da Glória” é mais um longa da recente produção brasileira que se esforça para queerizar e importar o thriller erótico para o cinema nacional.
Para além das mensagens bonitas sobre amizade e laços reais, em “Guerreiras do KPop” está a ideia da aceitação plena de quem somos. Fenômeno de público na Netflix e nos cinemas, o filme ganhou o Oscar 2026 de Melhor Animação.
O segundo filme dirigido e estrelado pela premiada atriz Dolores Fonzi (“Paulina”) é uma obra importante social e historicamente para o Direito das Mulheres e para a história da Argentina.
A promessa da Pixar era entregar um filme imprevisível, excêntrico e inovador. Porém, ao longo da 30ª animação do estúdio, fica claro que a tentativa de soar diferente não foi acompanhada por um desenvolvimento de roteiro à altura.
A crescente impotência e a frustração dos personagens de “A Voz de Hind Rajab” é a nossa impotência e frustração, presos nesse microcosmo do inferno, de um genocídio acontecendo diante dos nossos olhos e ouvidos, sem conseguirmos fazer nada para impedi-lo.
Em "Marty Supreme", não há respiro porque o diretor Josh Safdie quer que o/a espectador/a se sinta dentro da mente do protagonista (vivido com excelência por Timothée Chalamet), sem tempo para relaxar.