Apesar de ser apressado e com pouca personalidade própria, "Wicked: Parte 2" está longe de ser esquecível, porque carrega, do início ao fim, aquilo que o cinema tem de mais poderoso: a emoção que move suas personagens.
Partindo de um caso real, José Eduardo Belmonte faz um filme de assalto que é também uma sátira inteligente sobre o Brasil dos anos 1980 — e, por reflexo, o de hoje.
Grande vencedor do 58º Festival de Brasília, "Futuro Futuro" reafirma talento do diretor Davi Pretto com um exercício imaginativo sobre um mundo possível e ameaçador que se impõe sobre nós.
Dirigido por Karen Suzane e premiado no 58º Festival de Brasília, "Quatro Meninas" é um filme que se destaca pela ambição estética e pela delicadeza no tratamento de suas imagens.
Premiado no 58º Festival de Brasília, longa dirigido por Torquato Joel mostra sofisticação visual, mas dificulta uma conexão mais profunda com o drama de seu protagonista. O resultado é uma obra que se admira mais do que se sente.
Premiada pelo júri da crítica no 58º Festival de Brasília, comédia metalinguística dirigida por Guto Parente mostra a dedicação à sétima arte como gesto de sobrevivência e afeto comunitário.
Apesar de "A Melhor Mãe do Mundo" ser um filme sobre violência doméstica, Anna Muylaert evita mostrar cenas de violência e mantém o foco na força de sua protagonista.
Coeso e focado, longa de estreia da diretora Mareike Engelhardt não tenta se envolver ou explicar toda a política do conflito que ocorre fora de sua locação central, por não ter o tempo, o escopo – e o objetivo – de fazê-lo.
Talvez o principal problema do filme estrelado pelo casal Alison Brie e Dave Franco seja a falta de coragem para ir de fato aos extremos de sua premissa.