“A Odisseia”: a arquitetura da memória no berço da destruição
Christopher Nolan faz da clássica jornada homérica um complexo quebra-cabeça de linhas temporais, onde o verdadeiro labirinto não é o Mar Egeu, mas a psique de Odisseu.
Editor-chefe do Cinematório. Jornalista profissional, mestre em Cinema pela Escola de Belas Artes da UFMG e crítico filiado à Abraccine e à Fipresci. Também integra a equipe de Jornalismo da Rádio Inconfidência, onde apresenta semanalmente o programa Cinefonia. Votante internacional do Globo de Ouro nas edições de 2024 a 2026.
