Unindo três atuações convergentes em qualidade, “Os Rejeitados”, de Alexander Payne, alcança sucesso ao desenvolver a relação entre os personagens de Paul Giamatti, Da'Vine Joy Randolph e Dominic Sessa, à medida que ambos vão se conhecendo, fazendo concessões uns aos outros e aprendendo a compreender as experiências, traumas e frustrações que marcaram a vida de cada um.
Baseado no livro de memórias de Priscilla Presley, o filme de Sofia Coppola parece estar constantemente confuso sobre quem é seu (ou sua) protagonista.
Despedir-se de Jason Momoa no papel de Rei de Atlântida é doloroso para os fãs, mas "Aquaman 2: O Reino Perdido" faz isso de uma maneira eficiente e interessante.
“Pedágio”, filme estrelado por Maeve Jinkings e Kauan Alvarenga, demonstra a habilidade que a diretora e roteirista Carolina Markowicz tem de observar, analisar e se posicionar diante do contexto macrossocial em que está inserida.
Estrelado por Ailton Graça e dirigido por Silvio Guindane, “Mussum, o Filmis” mescla comédia, doçura, emoção e música para contar a história de um grande artista brasileiro de forma sensível e emocionante.
Dirigido por John Carpenter a partir do livro de Stephen King, “Christine” é a prova definitiva de que o cinema é capaz de dar um verniz de realidade mesmo à mais irreal das premissas.
“O Exorcista: O Devoto” consegue surpreender: o filme de David Gordon Green é tão ruim, de formas tão variadas e inesperadas, que é difícil imaginar que ele é apenas o início de uma nova trilogia.
Apesar de não se aprofundar na história de Gal Costa, “Meu Nome é Gal” tem Sophie Charlotte em ótima atuação, trazendo a força, a presença, o olhar marcante, a intensidade, a emoção, a tristeza e a sensualidade da cantora.