Trama do novo drama do aclamado cineasta alemão, diretor de "Em Trânsito" e "Afire", gira em torno de identidade, perda e memória em uma jornada de reconstrução emocional.
A fricção imperfeita e disfuncional, mas poética, entre arte e vida é o cerne e a matéria-prima do longa do diretor norueguês Joachim Trier (“A Pior Pessoa do Mundo”), vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes de 2025.
Em “Oh Canada”, a verborragia típica do diretor e roteirista Paul Schrader é falada diretamente para uma câmera em cena. É como se o filme reconhecesse que é só por meio do cinema que o cineasta consegue exorcizar seus demônios.
Com participação expressiva no prestigiado festival francês, a Associação de Profissionais do Audiovisual Negro apresentou projetos, participou de painéis e lançou a campanha “Cinema Negro é Cinema Brasileiro”.
ONU Mulheres apresentou dois painéis no Festival de Cannes sobre o setor audiovisual brasileiro, com foco na reverberação das agendas de gênero, raça, etnia e suas intersecções.
Permitir que a protagonista percorra todo o processo de amadurecimento e transformação com complexidade, prazer e alegria é o que torna “Emilia Perez” um filme tão satisfatório.
No seu trabalho mais maduro como diretor, Sean Baker constrói o tom delicado e arriscado do filme, combinando a abordagem semidocumental de sua câmera e de sua mise-en-scène com o caráter farsesco da trama.
Longa do diretor iraniano Mohammad Rasoulof (“Não Há Mal Algum”) olha para um Irã em transformação, com um regime em franca derrocada, e enxerga na juventude, especialmente feminina, a única força capaz de conduzir o país para o futuro.
Exibido na Semana da Crítica, no 77º Festival de Cannes, longa-metragem do diretor mineiro Marcelo Caetano (“Corpo Elétrico”) tem como ideias centrais a importância do grupo, do coletivo e, em última instância, da família.