Primeiro longa de ficção da diretora Cíntia Domit Bittar une suspense psicológico e comentário social ao acompanhar o caos em um retiro de mulheres conservadoras.
Em sua estreia como diretora, roteirista e protagonista de um longa, a cineasta franco-americana discute como subverteu os tropos de violência sexual para focar nos "anos perdidos" e na retomada da autonomia.
Neste podcast, nós conversamos com a diretora Ursula Rösele sobre "Abre Alas", documentário que faz um retrato sensível de experiências femininas de sete mulheres, entre 53 e 85 anos de idade, que nos contam as histórias de suas vidas.
Dirigido por Karen Suzane e premiado no 58º Festival de Brasília, "Quatro Meninas" é um filme que se destaca pela ambição estética e pela delicadeza no tratamento de suas imagens.
Coeso e focado, longa de estreia da diretora Mareike Engelhardt não tenta se envolver ou explicar toda a política do conflito que ocorre fora de sua locação central, por não ter o tempo, o escopo – e o objetivo – de fazê-lo.
Neste podcast, nós analisamos quatro filmes europeus, lançados entre 2024 e 2025, que lidam de diferentes formas e propósitos com temas da sexualidade: a nova versão do clássico do cinema erótico "Emmanuelle" e a premiada trilogia "Dreams Sex Love".
Em seu primeiro longa-metragem, a diretora e roteirista Milena Times faz um filme impactante e ao mesmo tempo sensível com as relações femininas e as decisões individuais
Ao invés de simplesmente julgar moralmente sua protagonista, vivida por Nicole Kidman, a diretora e roteirista de "Babygirl", Halina Reijn, mergulha nas nuances da personagem, explorando temas como prazer, casamento, profissionalismo e relações de poder.
Pensado em um cenário distópico, "O Clube das Mulheres de Negócios" entristece por ser mais real do que parece. Flertando com o horror e a comédia, o novo longa da cineasta Anna Muylaert inverte os papéis que vivenciamos dentro do machismo estrutural.
Neste podcast, nós analisamos o filme "A Substância", de Coralie Fargeat. Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, o longa estrelado por Demi Moore e Margaret Qualley é um body horror cervical que faz um comentário satírico e ferino sobre a sociedade do espetáculo.