Christopher Nolan faz da clássica jornada homérica um complexo quebra-cabeça de linhas temporais, onde o verdadeiro labirinto não é o Mar Egeu, mas a psique de Odisseu.
Em “Dia D”, Steven Spielberg revisita elementos que moldaram sua filmografia com o olhar de um cineasta menos interessado na existência de vida extraterrestre e mais naquilo que essa descoberta revelaria sobre a própria humanidade.