Baseado no livro de memórias de Priscilla Presley, o filme de Sofia Coppola parece estar constantemente confuso sobre quem é seu (ou sua) protagonista.
Despedir-se de Jason Momoa no papel de Rei de Atlântida é doloroso para os fãs, mas "Aquaman 2: O Reino Perdido" faz isso de uma maneira eficiente e interessante.
“Pedágio”, filme estrelado por Maeve Jinkings e Kauan Alvarenga, demonstra a habilidade que a diretora e roteirista Carolina Markowicz tem de observar, analisar e se posicionar diante do contexto macrossocial em que está inserida.
Estrelado por Ailton Graça e dirigido por Silvio Guindane, “Mussum, o Filmis” mescla comédia, doçura, emoção e música para contar a história de um grande artista brasileiro de forma sensível e emocionante.
Dirigido por John Carpenter a partir do livro de Stephen King, “Christine” é a prova definitiva de que o cinema é capaz de dar um verniz de realidade mesmo à mais irreal das premissas.
“O Exorcista: O Devoto” consegue surpreender: o filme de David Gordon Green é tão ruim, de formas tão variadas e inesperadas, que é difícil imaginar que ele é apenas o início de uma nova trilogia.
Apesar de não se aprofundar na história de Gal Costa, “Meu Nome é Gal” tem Sophie Charlotte em ótima atuação, trazendo a força, a presença, o olhar marcante, a intensidade, a emoção, a tristeza e a sensualidade da cantora.
Apesar dos acertos e da proposta conceitual diferente, “Piscina Infinita”, mais novo filme de Brandon Cronenberg, acaba se perdendo em suas limitações. O longa foi lançado no Brasil direto no streaming.
Ida Lupino deveria ser mais amplamente conhecida e reconhecida por sua coragem, disposição e talento ao dirigir filmes muitas vezes focados em personagens masculinos, jogando luz em questões controversas de sua época.
“Fale Comigo” se apoia excessivamente em premissas já exploradas pelo cinema de horror e acaba se tornando um filme genérico, à procura de uma identidade que nunca chega.