No brutal filme estrelado por Hugh Jackman, o diretor Michael Sarnoski permite que o herói morra como lenda para existir, talvez pela primeira vez, como homem.
Nesta edição do podcast, nós analisamos o filme "Nosferatu" (2024), de Robert Eggers, diretor de "A Bruxa", "O Farol" e "O Homem do Norte", e sua abordagem a temas como sexualidade reprimida, tabus da masculinidade e medos profundos e históricos da humanidade.
Assistiu a “Nosferatu”? Quer saber mais sobre os bastidores do filme? Conversamos com o diretor Robert Eggers e os atores Willem Dafoe, Lily-Rose Depp e Nicholas Hoult.
Dirigida por Robert Eggers, a versão 2024 de "Nosferatu" traz uma atmosfera sombria, com iluminação soturna e um crescente senso de ameaça, além de elenco em ótima forma, mas não inova em relação a seus antecessores.
Dirigido por Robert Eggers (de "A Bruxa"), "O Homem do Norte" é um filme de visual robusto e riqueza de detalhes na ambientação realista da jornada sangrenta do Príncipe Amleth.
A eficácia de qualquer filme de terror parte do princípio de que o medo é subjetivo. Obviamente, imagens violentas são repugnantes para a maioria das pessoas. Mas medo é algo que vai além da repulsa. Uma cena de um monstro atacando uma vítima provoca a reação do público vindo de fora. Já uma cena em que a vítima entra em um lugar escuro antes de ser atacada pelo monstro busca sensações que vêm do interior do espectador. É nesse segundo campo que "A Bruxa" (The Witch, 2015) funciona.