Christopher Nolan faz da clássica jornada homérica um complexo quebra-cabeça de linhas temporais, onde o verdadeiro labirinto não é o Mar Egeu, mas a psique de Odisseu.
Em “Dia D”, Steven Spielberg revisita elementos que moldaram sua filmografia com o olhar de um cineasta menos interessado na existência de vida extraterrestre e mais naquilo que essa descoberta revelaria sobre a própria humanidade.
Em sua estreia como diretora, roteirista e protagonista de um longa, a cineasta franco-americana discute como subverteu os tropos de violência sexual para focar nos "anos perdidos" e na retomada da autonomia.
Apesar de ser apressado e com pouca personalidade própria, "Wicked: Parte 2" está longe de ser esquecível, porque carrega, do início ao fim, aquilo que o cinema tem de mais poderoso: a emoção que move suas personagens.
Talvez o principal problema do filme estrelado pelo casal Alison Brie e Dave Franco seja a falta de coragem para ir de fato aos extremos de sua premissa.
Dirigido e escrito por Celine Song, "Amores Materialistas" se destaca, entre acertos e tropeços, por propor uma reflexão atual e verdadeira sobre o valor das relações, sem cair no moralismo.
Nesta edição do podcast, nós analisamos o filme "Superman" (2025), de James Gunn. Com David Corenswet no papel do Homem de Aço, o longa dá início a uma nova era da DC no cinema. Será que agora vai?
Dirigido por James Gunn, novo filme do super-herói da DC Comics agrada no tom mais leve e cômico, típico do cineasta responsável pela trilogia "Guardiões da Galáxia".
O que o drama esportivo dirigido por Joseph Kosinski ("Top Gun: Maverick") faz, e faz bem, é organizar clichês de modo que o filme seja um bom entretenimento.